terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Cabeça vazia é oficina do diabo ...

Já dizia minha avó Rosinha.


Por Tem Roupa na Corda (eta codinome!!!)

Seu problema está entre dar ou não dar pro maridão da " amiga" .  Você é a muy amiga da quase corna, né?
Se é para você ter um problemão ceda seu corpitcho e faça bom proveito. Solte a franga louca que existe dentro de você.
Quem não leu, corra pra comprar. Mas não é pra deixar bonitinho, fechadinho na estante, não, viu! É pra ler e se refinar intelectualmente.
Barthes é do tempo que fumar e blazer xadrez eram chiques.Mas o que escreveu é eterno!

Se é pra ficar no platônico trate de ter uma ideia ecologicamente correta. sabe aquele monte de roupa amontoada na área de servço? Pois bem. Lave tudo no tanque, fofa. Assim você não vai ter tempo de pensar em mais nada que não seja tratar os " unheiros" e das micoses adquiridas nesse ato de limpeza da alma.
Como sou uma pessoa boa, de índole boa, sugiro que entre uma trouxa de roupa e outra leia o livro " Fragmentos de um discurso Amoroso"  do Roland Barthes. Pode comprar que  é fininho. Tá?


Nota da Editora:
  • Achei tão bom o comentário do(a) "Tem Roupa na Corda"  no post "Consultório Sentimental: Entre a Cruz e a Espada!" que resolvi transformá-lo em post. Assim ganha maior visibilidade e também comentários.

3 comentários:

  1. Querida ou querido "Tem roupa na corda"
    Você simplesmente arrasou.
    Apareça Sempre.
    Beijos

    ResponderExcluir
  2. Arrasou desde a escolha do pseudônimo. "Tem roupa na corda" é muito bom. É mais ou menos como "Tem café no bule", que, infelizmente, foi vulgarizado pelo comunicador Ratinho.
    Essa neta da dona Rosinha é um sucesso. Por que neta e não neto? Só uma mulher chegaria aos "unheiros" e micoses adquiridos na lavagem de roupa suja, ou mesmo limpa!

    ResponderExcluir
  3. Gente, aproveito o espaço para dizer que ainda não li "Fragmentos de um discurso amoroso"... Aliás, tem muita coisa boa que não li. Vou aproveitar o período menos ocupado para corrigir essa falha. Antes a culpa era de dois empregos. Agora é a internet que não deixa.

    ResponderExcluir