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sábado, 12 de março de 2011

Aprendiz de blogueira - Outro capítulo não numerado (Rodapé que virou post)

por Ruth Scaff

Apesar de integrar o time fundador e todo poderoso de nosso querido Café&Veneno, não consigo passar todos os dias por aqui. Mas hoje passei pelo blog. Curiosa com o TT da Cris ( @crisflopes ) que disse ter falado de mim em seu novo post. Cris  é a nossa correspondente carioca que ainda nem conheço e já adoro tanto.Notem que desde que li o recado dela até agora já se passaram horas (dias¿) 

Com essa visita induzida aproveitei para ler os últimos posts e conheci a Taís. Comentei lá no postado dela e... digamos que resvalei na breguice ao me emocionar com toda aquela fofice sobre amizade.

Ruthita Maria tá precisando urgente deste livro!
                                                   
Mas, voltando ao post da Cris..Aí “não prestou” mesmo, como já ouvi alguns dizerem sem entender bem o que significava. Fiquei muito emocionada com o texto dela. Não só por ter citado meu nome e comentado meus poucos posts de um jeito carinhoso, mas sim por uma total identificação com seu conteúdo.
Um exemplo¿ Adoraria ter escrito os trechos a seguir pois na vida real eu faço igual que nem:

... nem gosto de convidar. Quero que meus amigos cheguem espontaneamente. No máximo um telefonema dizendo: “Estou indo praí.” Assim é que convém. Você não se sente na obrigação de servir mil coisinhas, correr aqui e ali para buscar aquilo... Inventa na hora, pede uma pizza, compra cerveja, liga o som e faz a festa. Aliás, como eu poderia ter alguma coisa contra o povo desta cidade que amo tanto e escolhi (...)
Querem sabe mais? Amo o meu país e a multicultura. Porém, leiam bem, não desmereço nenhum outro que conheço. Quero é conhecer mais e mais, que tenho enormes desejos a serem cumpridos.”

Resolvi comentar e... Novamente “não prestou”, risos... Comecei a desfiar pieguices do fundo do baú e quase fui às lágrimas, hehe!
E fui naquele meu jeito de quem não quer nada ou de come-quieta. Escrevi, escrevi e não parei mais.
Daí não deu outra. Lembrei da querida chefa que estimula a galera a postar. E quando vê meus comentários muito grandes incentiva a transformação desses em posts, dado o tamanho do blá blá blá.
E diante do imenso comentário pensei: Ahá! Aqui tenho um post. Fiquei feliz. Contrlceei, abri um arquivo do Word e ...
Contrlveei. Nada.
Nadica de nada...
Perdi tudo.
Aí, não sei se me animei ou desanimei e comecei tudo do zero e acabou que ao invés de comentar o post da querida Cris, resolvi treinar um pouco mais o meu aprendizado por aqui. E foi graças a ela ( @crisflopes ) que escrevi   um novo capítulo do Aprendiz de Blogueira, desta vez não numerado.
Os incentivos estão surtindo efeito.

Nota da editora: Na verdade foram dois novos capítulos não numerados porque transformei a nota de rodapé de tão imensa em um outro post. 

Aprendiz de Blogueira - Capítulo não numerado (Terráqueo ou pastel?)

por Ruth Scaff

Não sou deste planeta, é o que penso sempre. E graças a outras pessoas que também são assim meio “lesas” como eu, descobri que não estou só por aqui e que deve existir sim um Planeta Pastel de onde muitos nos originamos.

Os que estiverem lendo este postado e que também tenham vindo de lá vão se identificar rapidinho por causa das eternas pastelanças que vivem apresentando na vida. E quando encontramos nossos pares... ah..., sai da frente. Pura alegria! É quando pensamos: sim, somos loucos mas já não somos tão poucos (sei que escrevi isso no meu perfil do Twitter).

Hello! Hello! Pastel phones home!!! Is anyone there?


Nada de mal em ser pastel. 

Apenas somos cheios de diferenças em relação a terráqueos normais. Geralmente temos outro ritmo e atuamos em frequências inusitadas. E que nenhum pastel se anime pois nossas diferenças nos fazem especiais mas do jeito que ninguém gosta. E nem sempre a gente se diverte.

O pessoal new age gosta de chamar pessoas pastel de crianças índigo, crystal e por aí vai. Mas esses não nos prejudicam e nem fazem maior mal. Até fazem com que a gente se ache. O importante é não procurar ajuda médica. Não ir jamais a um psiquiatra. Espantandos com a presença de extra terrestres em seus consultórios e com a ciência cartesiana pra honrar, eles costumam nos chamar de disléxicos, hiper ativos ou até fora da casinha mesmo. Alguns, até querem nos internar. 

Eu por exemplo, sou muito lenta, lerda mesmo – dislexia, dizem os médicos. Demoooooroo... ! Até pra rir de piada. Sou daquelas que escuta e fica assim: anhá¿ acuma¿ E até que eu ria, a piada já mudou.
Pra aprofundar um pouco mais posso ainda dizer que dentre essas diferenças existe uma marcante. As pessoas que são pastel só algumas poucas vezes têm um “dejávu” – não sei se escrevi certo mas creio que todos sabem do que estou falando.

Os pastel têm muito mais crises de “nuncavi” . Não sabe o que é nuncavi¿ Saaabe sim... O nuncavi é aquele momento em que você está num lugar familiar, conhecido e visto muitas vezes, e de repente você, completamente desorientado pensa: que lugar é esse¿ Sabe aquela brincadeirinha de oncotô proncovô¿ Pois é. Não é bem brincadeira e é comum a quem é pastel. Com isso, a gente erra o caminho, perde a hora, e todas essas cositas que deixam os terráqueos muito chateados.

Gente pastel nem precisa de substância que altere seu humor pois normalmente vive com humor alterado. Prato cheio pra psiquiatras, risos... Em capitulo anterior já expliquei um pouco pra todos sobre outras características de seres de natureza pastel. Falei que temos tendência a fazer “tum-tum”, ou seja: diástole e sístole, divergência e convergência. Falo daquela história de que meu apelido é hipertexto, lembram¿
É assim: começo a ler – ou escrever – um texto muito bem. Mas quando me deparo com uma palavra inspiradora eu clico e viaaaajooo....  Depois tenho que fazer um esforço enorme para voltar por menu principal.Traduzindo: somos muito vianjandões. Isso.

Assim, como estou fazendo aqui.
E foi assim que achei que poderia dar essa aula de pastelança e em troca ouvir um pouco de vocês sobre blogagem já que, pelo que estou podendo compreender, são coisas diametralmente opostas!
Bem, minha primeira aula já deixo aqui. Aguardo as de vocês.

NOTA DE RODAPÉ:
1. AEsta não é a nota de rodapé enviada pela autora porque simplesmente ela ficou maior que o post. Como diria FHC: "Assim não pode, assim não dá! E não me venham com nhem-nhem-nhem". A nota será publicada como post  em seguida. 

2. A editora não corrigiu o ponto de interrogação ao contrário porque deve ser um jeito pastel de fazer perguntas por escrito.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Aprendiz de blogueira - Capítulo Um e meio

por Ruth Scaff

Bem, enquanto essas meninas postam feito uma loucas com uma produção de fazer inveja, eu mal consigo ler, acompanhar e comentar todas as publicações do blog, Aff...!

Se eu soubesse que ia ser assim, não teria investido tanto em conseguir essa vaga na redação do Café&Veneno. Teria pleiteado o serviço de copa. Assim, poderia ficar com o café e deixar o veneno para as mais espertinhas e profis.

Dúvida cruel: Blogueira ou Copeira?
                                       
E eu que sempre “me achei” ótima no português e que adoro escrever, fico de cara com a capacidade de postagem das “serezinhas”. E é tudo coisa boa; textos leves, divertidos e ótimos para ler. Depois que elas começaram a escrever sem parar por aqui, tive que rever meus conceitos sobre bom português e capacidade de escrita., Acho que só funciono mesmo com programas, projetos, planos, propostas e essas “otras cositas” que não agradam a ninguém a não ser aos meus clientes.

Enfim, tudo indica que continuarei em desvantagem aqui no Jardim da Infância da blogagem. Mas tudo bem; pelo menos as mestras são de primeira e posso aprender muito – isso se elas me derem uma canja.

Hmmmm.... ÚIA!!! Acabo de me dar conta que estou aqui de novo, mais uma vez a enrolar, e enrolar e enrolar para não encarar o capítulo II da minha novela “Aprendiz de Blogueira” 
 
Quem leu observou que no capítulo I eu só falei de nada com pitadas de coisa nenhuma. E agora, neste novo texto dá prá perceber que sou boa nisso. Na arte da enrolação.

Sempre que tenho que encarar tarefas das quais não tenho como fugir, faço isso. Viajo pelo menu sinóptico clicando em palavras que levam a hipertextos sem voltar ao menu principal.

Não sei dizer até que ponto essa pode até ser uma qualidade minha. Ou se essas voltas são o meu jeito que facilita para enrolar sem nunca chegar ao ponto.

Mas desta vez pretendo ir a algum ponto embora nem saiba a qual.
Dei uma geral em tudo que já foi escrito pelas pessoas todas que aqui postam e confesso que não consegui ainda entender nossa linha editorial. Como nunca tive um blog (sim, sei que já disse isso no capítulo I) e nunca leio os blogs que não sejam de jornalistas ligados em política, ainda procuro identificar o estilo Café&Veneno. Fico confusa entre um modelito de texto do tipo “Querido Diário” ou Confissões de Garot@s Descolad@s”.

Acho que vou por aí – fazer um pouco de cada coisa. Afinal, temos um anjo que cuida de nossas bobagens – e blogagens. A querida chefinha não deixa que publiquemos asneiras muito mal escritas e dá uma copydeskada legal antes de postar. Graças!

Volto ao menu principal. E prossigo na árdua tarefa de materializar o capítulo II.Andei pensando aqui e cheguei à conclusão de que uma boa história para trazer poderia ser o empolgante fim de semana do carnaval que tá passando pelas ruas da vida. No meu caso, estradas...

Moro numa área rural, por isso estradas e não ruas. Segundo um Anjo, minha casa está localizada em coordenadas onde a terra fará jorrar leite e mel. Quem contou foi um padre italiano, o Dom Bosco que tem até uma ermida erguida em sua homenagem, bem aqui em frente e na beira do lago.
Mas querem mesmo saber¿ Acho que vou deixar para amanhã. Escreverei o capítulo II no III. or ora teremos que esperar se nosso querido filtro chefa vai deixar passar meu texto sem conteúdo. Ou se vai limá-lo.
Vamos lá! Arriscando.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Aprendiz de blogueira - Capítulo Um


por Ruth Scaff

Nunca pensei que um dia escreveria num blog. Muito menos em um que tivesse o nome de Café&Veneno. Fosse Café&Conversa ainda vai... 
Mas café e ainda veneno..., pressupõem algum grau de malandragem e alegria. E eu sem nenhum dom para o humor, não sei o que se diz em um espaço feito para receber tão somente gostosuras e travessuras.


Clara até tenta ajudar e sugere que eu transforme meus comentários em postagens – comento demais e posto de menos! Não sei se notaram mas minha única postagem antes desta é nada mais do que uma adaptação do comentário que fiz no texto do Badu. Culpa da Clara, é claro... Publicou sem sequer me consultar.

Como uma das poucas integrantes do Café&Veneno não jornalista fico aqui oscilando entre a exposição com “Mico” e o obscurantismo confortável de emitir comentários descompromissados, até mesmo da coerência mínima com o texto original.

Mas decidi finalmente. E notem que cheguei até aqui. Escrevi um pouco – bem pouco – sobre meu dilema fundamental desde que topei encarar essa vida de post em post que a Cris cantou.
Notaram¿ É alguma coisa.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Receita de felicidade: muito café e uma pitada de veneno = a muito riso e pouco siso

Por Ruth Scaff

Para acompanhar um café feito do mais puro grão Santo (@kassatti), nada como um bom @eduardobadu temperado com um ramo de @memeliamoreira selvagem e o sorriso Revista Caras da @sandramosaico .

Aí, adiciona-se o restante da turma ve-ne-no-sa, tudo em boas doses: a editora-chefe  @clarafavilla, as (@ruth_simoes e  @ruthmarias) , mais  (@penhasaviatto e @katiamaia.

Para finalizar, acrescente um Daniel (@domscaff) ainda tenro... Salpique tudo com Little Mary - tem que ser prime (@maria_lima) e ...
Saboreie!

Receita infalível para um dia ou noite de muito riso e pouco siso!


A autora do post em sua versão Branca de Neve na casa de @maria_lima que segundo a @penhasaviatto , integra o Núcleo Rico do @cafeveneno .


Qualquer lugar é perfeito para se fazer um bom café! Aqui, o mestre @kassatti e o aprendiz @eduardobadu pedindo licença para transformar grãos Bourbon Vermelho no precioso líquido, num cantinho cedido pela Dona Lenha da 413 Sul.


 Realmente não entendi essa foto da Memélia. Ela está cavalgando?

 Sandra ensina Ruth a sorrir tipo Caras: engole-se a língua (???) e o pescoço fica assim lisinho...

 
Integrante especial do @cafeveneno: @domscaff (Daniel)

Reunião na casa de @clarafavilla (que também segundo a @penhasaviatto,  integra o Núcleo Rico do @cafeveneno)  sem a participação da @ruthsimoes

Reunião na casa de @marialima com a participação da @ruthsimões, integrante do @cafeveneno (charutando de negro) e da convidada especial @edit (blusa estampada de vermelho)

 Nossa correspondente no Rio, a carioquíssima Cris Lopes...