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segunda-feira, 21 de março de 2011

Porque Clara é bela, bela demais...

Post seresta e fotos de Eduardo Balduíno

Eu queria “entrar nos sonhos que ela acha de sonhar e ser...
o Tutu Marambá...”



                                                                        



O monstrinho que assusta crianças e moças bonitas

Corra, Clara... Olhaí o Tutu Marambá atrás de você!
Clara é filha da jornalista Leda Flora, anfitriã da reunião de pauta conjunta  Café&Conversa e Café&Veneno, de sexta-feira, 19/03.

Pedaço de bom caminho!!!
                                                                    

Clique para escutar esta obra-prima, primeiro com Chico, depois com Djavan


http://migre.me/44PYa

http://migre.me/45nma

sábado, 12 de março de 2011

Podes crer, amizade: Pirenópolis, com muvuca e tudo, é a maior paz e amor

Por Eduardo Balduino - @eduardobadu

A receita para encontrar a paz em plena muvuca dos finais de semana de feriado em Pirenópolis começa na escolha das companhias de viagem. São suas opções: filhos, como eu o fiz no carnaval, ou namorada (o), amante, esposa (o) – reparou que amante não muda o gênero?


Depois, dia e hora de ir para a estrada, e a estrada. A melhor continua sendo a BR 060, BSB-Goiânia, com acesso a Piri em Abadiânia - GO. Dali em diante uma bela rodovia estadual cercada da mais bela natureza goiana.

                                                
O dia certo é sempre o segundo do feriado em curso. E de manhã, lá pelas 11 horas. Chão e céu de brigadeiro... Ainda tem o desvio perto de Alexânia, mas está tranquila a passagem.
É fundamental – como língua na receita de feijoada do poetinha Vinicius de Morais -, mas privilégio, se hospedar fora da cidade. No meu caso, fico no sítio de Maneco e Márcia (irmão e cunhada), a exatos 10 quilômetros do trevo, na estrada que vai para Corumbá de Goiás.

                                                   
E é ali no sítio que Pirenópolis se transforma em um estado de espírito.

Acordar bem cedo, quase antes do don Pedrito de la Mancha, Pedro Balduino Paranaíba, meu sobrinho-neto nascido em Barcelona.
                                        

E com ele ver o vale invadido pela neblina que me cobria na infância, em Goiânia, antes que o asfalto e os arranha-céus mudassem o clima de minha cidade natal.


Passa um pouquinho e lá vem a Berta, irmã de dom Pedrito e que também quer ser de La Mancha, pois também da Catalunha: doña Berta de La Mancha e sua mágica capacidade de olhar de soslaio para a câmara...

                                        
A magia desta nossa Pirenópolis é tão forte, que meus adolescentes gostam de ficar no sítio, num sem nada para fazer, só vendo o tempo passar, ora na piscina, ora comendo, ora brincando, ora só não fazendo nada mesmo.


Ora só olhando a Márcia cuidando de suas flores...

É claro que a gente também vai à cidade. Olhar a Rua do Lazer e visitar os amigos – visitas obrigatórias, pois prazerosas: Piri e Thais, esperando Benício, que merecem um parêntese.

                                                                
Piri, cujo apelido não tem nada a ver com Pirenópolis, é sobrinho de Márcia, minha cunhada e cuja família me acolheu e eu a eles todos, como... família. A mãe de Piri é tia Dita.
E Thais, é dessas artes do destino. Seu pai, Luiz Eduardo Teixeira, foi meu amigo de infância e adolescência em Goiânia. Estudamos muitos anos juntos. Amigos desses inseparáveis, no período em que a gente aprende a dar valor às amizades. O Ado nos deixou cedo.


Mas, um dia, eis que aparece Thais me dizendo: “você era amigo do meu pai, o Ado...”. Ela sabe também. O Piri também. E o Ado também. E eles agora estão esperando o Benício, mais um sobrinho-neto muito querido. Vocês devem conhecer esse sentimento que nos acomete numa situação dessas. Assim, não preciso me alongar, até porque me emociona até agora, quando escrevo.
Pirenópolis faz isso com a gente: emociona.



Evandro e Catarina são outro fruto do fantástico. Lá pelos idos de 70 e pouco, recebi, em minha casa em Brasília, um telefonema do Evandro, que eu nunca havia ouvido falar. Ele me disse que tinham me indicado para ajuda-los na sua mudança para Brasília, onde chegaram sem eira nem beira. Fui buscá-los na Rodoviária, arrumei local para ficarem e tudo o mais.
É só ir ao santuário ecológico Vaga-Fogo e tocar no meu nome que eles, os donos desse lugar fantástico, precursores da militância ecológica sustentável, vão contar essa história.

Piri e Thais são donos do Café Bangkok, de sanduíches fantásticos, comida genuinamente tailandesa – e que não serve café, para desespero do @RomoaldodeSouza, do Café & Conversa. Só que o Romoaldo não sai de lá: leva suas maquininhas e faz seu próprio – e magnífico – café.

E tem o restaurante Montserrat, do Juan, fotógrafo espanhol candango fundador do Pacotão, que também é parada obrigatória, pela excelência da cozinha... e pelo Juan.
E tem o Laerte Rimoli, que montou praça lá depois da Cruvinel. Tem a Pamela. Tem o Maurilinho Felix de Souza. O Wagner Gonçalves.  Muitos amigos, demais da conta...

                                           
E tem a muvuca, cuja organização tirou um pouco do ar caipira de Pirenópolis do tempo em que as Cavalhadas eram apresentadas quase que nas ruas da cidade e que a gente ia na casa de qualquer um dos Pompeu de Pina para comer alfinin. E que a gente ficava acampado na beira do rio Areias, dentro da cidade, e que q estrada para lá tinha um grande pedaço de terra...

Mas, podes crer, amizade: Pirenópolis é muita paz e amor. É um estado de espírito...

quinta-feira, 10 de março de 2011

Cacahuá, a arte do chocolate em Brasília

por Clara Favilla
Fotos  Eduardo Balduino e Katia Maia

Trufas e bombons impregnados ou recheados dos mais finos licores e temperos como manjericão, flor de sal, pimenta da jamaica e até um reduzido de aceto balsâmico. Orgia de aromas e sabores. Foi assim a degustação oferecida, na noite de quinta-feira, 10/03, ao Café & Veneno pelo casal Eliane e Ronald Valadão, donos do Cacahuá.

Eliane, ao centro. Katia e Penha à esquerda. Taís e Clara à direita
                                                
Conhecemos o casal, na reunião de pauta deste Blog, no lindo apartamento do querido Eduardo Badu, no mês passado, e foi amor à primeira vista. Ela tem um sorriso do tamanho do mundo. Ele, mais reservado, sempre atencioso.

Eliane e Ronald quando foram apresentados ao Café&Veneno
Badu e Eliane, amizade de mais de duas décadas
Resolvemos, então, conhecer a delícia de lojinha que eles tem na 207 Sul, misto de fabriqueta de chocolates finos e  maravilhosas tortas. Também funciona como bistrô. No cardápio: saladinhas, pratos leves e lanchinhos. Tortas e bombons também podem ser devoradas no local ou  levados para casa em recipientes especiais ou presenteados em embalagens sofisticadas.

Chocolate: presente para todas as ocasiões
Ah! certamente você que me lê, se mora em Brasília, já deve ter experimentado essas delícias na forma de bombons em festas de aniversários e casamentos. Encomendas é que não faltam ao Cacahuá que, no último dia 05, completou 3 anos. Na próxima terça-feira, 15, as vitrines estarão vestidas de Páscoa.

Eliane, beleza e simpatia em tudo o que faz
                                                 
O chocolate  permite que Eliane extravase sua alma alquimista. "Sempre gostei de experimentar, de mesclar texturas, sabores e aromas", afirma. A hoje especialista conta que  começou nessa lida por necessidade. Trabalhava na Câmara Distrital . Separada e com um filho pequeno, ganhava apenas o suficiente para se manter.

Marido é especialista em informática, mas Eliane aponta onde está seu software
                                        
O destino, então,  lhe pregou a peça que seria a chave de seu sucesso. O carro, imprescindível, para levar o filho à escola e ir ao trabalho, localizado, então, numa área de acesso um pouco complicado, fundiu o motor e ela se viu sem dinheiro para tirá-lo rapidamente da oficina.

Os redondinhos mais escuros são recheados de gorgonzola
                                
Como a Páscoa estava próxima, Eliane se perguntou o que  fazer para conseguir rapidamente o montante que precisava. E veio o estalo: chocolates! Calculou que faria no máximo 50 quilos de bombons, ovos e ovinhos. Fez 217 quilos, tanta foi a aceitação. É que Elaine foi além da gostosura, investiu também em lindas embalagens.

Minha segunda entrevista em seis meses. Adorei!
                                          
Mas um longo caminho foi percorrido entre este sucesso inicial como empreendedora free-lancer e a empresária de sucesso. Eliane não abandonou o chocolate, mas ficou um bom tempo sem contar com o produto como meio de vida. Casou-se. Teve três outros filhos. Formou-se psicóloga. Clinicou. Até que, incentivada pelo marido resolveu dedicar-se em tempo integral a sua paixão.

Para isso, contou com o apoio de um chef de respeito, o suíço Carlo Mockli, hoje estabelecido em Niterói. Estudou, pesquisou e , sobretudo, praticou muito, sempre com a ajuda de Ronald. E o resultado pode ser comprovado na forma como o Cacahuá se apresenta ao mercado de Brasília, no conteúdo, qualidade e delicadeza dos produtos que oferece.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Samba do afro-descendente com perturbações mentais...

por Eduardo Balduino  (com Memélia Moreira) 
    Em homenagem a Sérgio Porto, o inesquecível Stanislaw Ponte Preta


Twitter é uma coisa muito curiosa. Como sacou @zeantoniotoledo, ele nos dá lições diversas. Uma, segundo o Zé, é a gente não fazer mais troça de quem fala sozinho na rua. Hoje, eu aprendi outra: não rir de quem ri sozinho na rua – eu me acabei de rir sozinho dos twets abaixo que viraram essa crônica pertubadinha.

    Aqui, reunidos, os tweets ganham contexto. UM contexto com perturbações mentais, mas... No meio dos que vão entrando na nossa timeline, ficam como aquelas frases soltas que a gente ouve sem querer e não entende lhufas.
    Pra facilitar o entendimento do privilegiado leitor deste Blog, colocamos os tweets na ordem que dá a leitura correta: 

 
@clarafavilla  Perdão, gente, quando separo verbo do sujeito. É distração viu!!!!
 
@memeliamoreira : Menina @clarafavilla, nós erramos até na vida, quanto mais na concordância. E, às vezes, acertamos na discordância.
 
@Ruth_Simoes Que verbo você separou do sujeito? Nem vi...
 
@eduardobadu  Quem é esse sujeito?

@Ruth_Simoes Nossa, gente. Eu estou mal. Nem sei que sujeito, quanto mais quem...

@eduardobadu Esse sujeito que a Clara quer acabar com o casamento dele...

@MemeliaMoreira Gente, é o sujeito do verbo numa frase. A @clarafavilla pediu desculpas por separar sujeito e verbo

@clarafavilla Ainda bem que você @MemeliaMoreira me entende. Essas loiras todas do @cafeveneno cansam minha beleza (rs)

@Ruth_Simoes Gente, a manicure chegou. Adoro esse dia, mas hoje queria ficar aqui. Sinceramente .Volto depois...

@MemeliaMoreira  Olha @clarafavilla  e @cafeveneno hahahahaha. também pode ser a idade, aquela coisa de esquecimento gagá. Tu tinhas acabado de pedir desculpas.

@Ruth_Simoes Com o gente eu chamo as pessoas.Aí uso vírgula. É como se eu dissesse: @memeliamoreira a manicure chegou. Se for errado desculpem e ignorem.

@MemeliaMoreira  É assim @Ruth_Simoes "A manicure chegou, @MemeliaMoreira". Perfeitamente correto porque no caso, não sou o sujeito da frase. Não passo de um aposto. O sujeito é manicure.


 @eduardobadu Quer dizer que a manicure é homem? Está explicado o erro. Foi devido à emoção.

@MemeliaMoreira Agora virou samba do afro-descendente com perturbações mentais. @eduardobadu  Junta os posts, dá uma bela crônica pertubadinha pro Blog.

@eduardobadu Hehehe. Vou fazer isso e o título é seu.

(Agora leia do fim para o início, como sairia no twitter. Acho que o samba dá ainda mais nó!)

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Sorry periferia, mas a tarde na casa da locomotiva da imprensa, Maria Lima, foi um arraso...

Ao final tenho que perguntar, antecipando o inevitável: por que elas se incomodam tanto com o canto do galo?

Texto de  Ibrahim Sued
psicografado pelo colunista social goiano Lourival Batista Pereira
 
 
                Sorry periferia, mas a tarde na mansão da locomotiva da imprensa brasileira Maria Lima, no último sábado, 12, deste fevereiro sem carnaval, não tinha como ser para principiantes. Já vi reis e rainhas se despirem de suas majestades em repreensível liberdade alcoólica, mas me assustei como a sociedade brasileira atualmente se apresenta – e que a elegante, bela e jovial fotógrafa Katita registrou.

Segundo @maria_lima, essa arrumação é toda dela e o @kassatti só posou para as fotos e misturou os ingredientes da peixada...  
No trivial, tudo perfeito. Menu composto adequadamente de pastas, queijos, castanhas e passas. Um peixe bem comportado, extravagantemente batizado de “Peixada a Siciliana;" lombinho de porco fatiado; e, para meu fino deleite, filé ao molho levemente picante, de autoria sublime da anfitriã. Tudo regado a espumante – que fim levou o indispensável e charmoso Champagne? – e cerveja, bebidas adequadas ao clima horrível da horrível dita Nova Capital.
       
Confira os nomes das pessoas na foto abaixo. O bonitão de boné é Daniel, o filhão da @ruthmarias     
 Mulheres bonitas e inteligentes, vestidas com despojamento que o horário exige, ousando no decorrer, com um pé descalço sobre a grama bem cuidada do jardim interno da casa. Alguns poucos homens, numa celebração que não exigia pares devidamente conformados.
               
                                      
Da esquerda para a direita, em pé:@clarafavilla, @eduardobadu, @maria_lima, @kassatti, @katiamaia, @penhasaviatto. E sentadas: @ruthmarias , @ruthsimões , a querida Edit (assessora do Tiririica) a mais nova integrante do @cafeveneno, e @sandramosaico       
                 Tudo muito corriqueiro, não fossem alguns detalhes...
                Homem na cozinha, quando os vi, só em reunião exclusivamente masculina. Mas, Ika passeou orgulhoso com seu paninho florido arranjado na cintura, colhendo votos dos comensais para a sua “Peixada Siciliana”. Alardeava ser capaz a tal peixada provocar desmaios das moçoilas e senhoras que a provassem – mas o paninho florido colocava em dúvida tais dotes... E Ika, com a arrogância que lhe cabe, ainda queria disputar com a dona da casa o título de melhor receita do dia. Tolinho...
                Aliás, dotes culinários não faltam a Ika, responsável pelo café ao final da tarde. Este, um “su”: Bourbon Vermelho, cedido por uma Dama de Preto das relações de Ika.
                Apropriadamente, para ambiente aberto, charutos cubanos da reserva do playboy Eduardo Badu foram ofertados aos convidados.
                Pasmem – como eu: foram as amigas de Maria Lima, e ela própria, que degustaram com uma estranha, porém sensual, devo admitir, avidez, os charutos.
                Uma tarde onde elas fizeram da maçã, uma limonada... Não conhecem o modelo de mulher, que o mestre do mundanismo apresentou na passagem de 1966 para 1967 67: Antes de mais nada, a `mulher 67' tem que agradar aos homens. Agradar às mulheres ou às amigas não resolve...É burrice Ser discreta. Isto é feminina: nada de masculinidade, como essa palhaçada de terninho. Falar alto, dar gargalhadas estrondosas, são outros detalhes que os homens detestam. Eu, no meu caso tenho horror...''

 Este trio: Ricardo (@kassatti ) , @katiamaia e @maria_lima é da pá virada...

                E enquanto Ika tecia loas ao seu talento na cozinha, as mulheres discutiam, com estonteante e inusitada competência, temas que não costumam frequentar as rodas do high society: política, nacional e internacional; economia; sociologia e antropologia do sexo.
                Sem medo da fossa, elas seguiam lá tentando entender a vida, para, depois, apresentar suas conclusões em sua própria publicação,  denominada “Café e Veneno”.
                Antônio Maria, Stanislaw Ponte Preta, Jacinto de Thormes, eu Ibrahim Sued, juntos não criaríamos um cenário para o mundo moderno tal qual se deu nesta memorável tarde.
                Mas aconteceu. E foi extraordinariamente marcante. Porque em sociedade, inda mais agora com twitter, tudo se sabe.
                E como cavalo, apesar de tudo, ainda não desce escada, e antes que o faça,  à demain, que eu vou em frente...

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Teclar sempre, mas sem jamais esquecer o toque na pele

Por Eduardo Balduíno (Badu)

É verdade que este delicioso blog Café & Veneno nasceu em meio a twitadas, o que pode indicar que nem tudo está perdido para a comunicação in loco, tete-a-tete, na rede de renda. Favorece a um conservador como eu - embora adepto às mais finas tecnologias de comunicação -, que preza com muito prazer o toque na pele, além do teclado.
Confesso, ainda, que cometi a Balada abaixo - em junho, seco e frio do cerrado, de 2010 - antes de me tornar também um assíduo redator de 140 toques.
Mas, resisto: hai que twittar, pero, sem perder jamais a ternura do namoro presencial.

BALADA DO TWITTER
Eduardo Balduino
Larga esse twitter, boba
E vamos namorar
De mãos dadas
Na beira do mar
Ou do Lago Paranoá

Brasília fica gostosa
Com a baixa umidade do ar
Pega um casaco quentinho
E vamos passear,
Pisar na grama seca,
De mãos dadas...

Deixa de traço, parênteses, pontinhos
Bom mesmo é beijar na boca,
Na bochecha, calcanhar
Que twitter que nada,
Bom mesmo é namorar

Larga o face book, o i-pad
O note book, desliga o celular
Troca a rede mundial pela
Minha, de casal, prá gente se aconchegar

Tira o fone de ouvido
Pr’eu morder sua orelhinha
E depois sussurrar
Umas senhas safadinhas
Prá gente se conectar

Larga esse twitter prá lá, boba
Bom mesmo é namorar...