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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Minha casa, minha vida: Lindinha por dentro e por fora... como a dona, nossa querida Mariazinha...

Era uma vez uma menina e seus doze irmãos. Quando criança, gostava de andar à cavalo com o pai pela fazenda, ainda de madrugada. Nasceu com belos olhos e o tempo lhe acrescentou lindos cabelos. Fez, então, duas tranças e não ficou feito Rapunzel esperando o príncipe encantado. Estudou e foi à luta como se nada tivesse de seu. Nenhuma herança. Nada.

Mariazinha adora se levantar e namorar suas flores pela janela
Começou a ralar no jornalismo pelo  Correio Braziliense, no dia exato que Tancredo Neves, na véspera de ser empossado Presidente do Brasil , deu entrada no Hospital de Base de Brasília, 14 de março de 1985, para ser declarado morte em 21 de abril, em São Paulo.

Generosa,compartilha a beleza que vê com os amigos do Twitter
Mariaziinha tem mais de 20 anos de O Globo e o reconhecimento de chefias, fontes, colegas, leitores e dos eleitores que a fizeram ganhar, este ano, o Troféu Imprensa (categoria Impresso). Que mais? Tem uma legião de amigos/fãs e, correndo em raia paralela e única, na grande pista de seus afetos, o filho lindo, Gustavo.

Janelas pintadas de branco, ela é romântica!

Mariazinha tem delicadas xícaras antigas que atestam sua natural delicadeza
A fonte no jardim comprova seu gosto eclético
Luminária de Graça Seligman foi um plus interior

Cores que comprovam o jeito afável de ser

Detalhes da varanda
Mariazinha ama a casa que construiu, mas o que ela amas mais é gente!
Mariazinha, eu e Penha. Faltamos na outra foto
É uma delícia cozinhar na casa dela. Mas é melhor  levar os ingredientes que precisa ou pedir para ela comprá-los. Fazer a lista direitinho e levar as panelas apropriadas. Não vai chegando e achando que a casa por ser  linda a cozinha é toda equipada (risos). A macarronada foi feita por mim.
Felicidade é tudo, né Leda Flora?
Muito boa essa rede, em Dona Ruth?
Gente, esse é o primeiro post da série Minha casa, minha vida. Outros virão. Este está apenas começado. Aguardo contribuições via e-mail (cafeveneno@gmail.com) ou no espaço comentários do blog. Beijos pra nossa queridíssima Mariazinha e a sua legião de amigos.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Na cozinha ela é um desastre (deixa até água queimar), mas como repórter * ela é o máximo!

Por Leandra Lima

A foca aqui aceitou o desafio de escrever para o blog Café & Veneno, mesmo tendo só feras entre os seus integrantes. Vamos lá!

Cadê o Café&Veneno e o Café&Conversa?
A festa da 7a edição Troféu Mulher Imprensa, na terça-feira, 15/03, foi um sucesso! A premiada na categoria Impresso e integrante deste blog, Maria Lima, levou um pequeno grupo de representantes da gangue familiar, além dos queridos amigos Marcel Frota e Flávio Freire, para prestigiá-la e compartilhar de sua alegria. Éramos oito (eu, Maria, Guguxo, Tiane, Sarah, Anik, Flávio e Marcel), mas roubamos a cena e, de longe, éramos o grupo mais animado (e lindo!!) da festa.
                                                           
Eu sou a linda de vestido preto, ao lado da madrinha

Mãe linda, filho lindo!
                              
                                                 
Até o Amaury Jr., anfitrião do Club A - local da premiação -  fez questão de se enturmar com a gente! Também na foto a Leda Nagle, homenageada especial da noite.

                                         
Na hora de receber o prêmio, a madrinha (ainda tem alguém que não sabe que sou afilhada dela??) ficou nervosa (novidade) e olhando pra cima. Levou até um pequeno puxão de orelha da Eliaria, simpática fotógrafa d'O Globo. Mas falou bonito. Agradeceu a todos que votaram e que fizeram campanha para ela. Certamente ela se lembrara da turma do Café & Veneno enquanto discursava.

                                                                                                          
Depois de ser entrevistada pela  repórter do programa do Amaury Jr., a madrinha se juntou aos sobrinhos e filho para participar da rodinha de bebidas, batizada, na hora, pelo Marcel, de Ciranda do Cacete. Hahahaha, desculpem-me pelo palavrão, mas foi este o nome.

                                                            
A brincadeira começa assim: todos os integrantes se servem de suas bebidas prediletas. Nos munimos de espumante, cerveja e uísque. Em seguida, brindamos (sempre!) e cada um toma um gole do que está em seu copo ou taça. Depois disso, passamos para o colega da direita o copo e pegamos o do colega da esqueda, damos um gole no que vier e passamos de novo para a direita.... até esvaziar todos os copos! E não pode respirar!! Tem que tomar tudo no embalo!! Olhem como as fotos saíram depois da ciranda:
                                              
A tia tentou sem sucesso fazer a meninada comer, após a brincadeira, o penne que estava sendo servido. Depois de muito rir e fazer palhaçada com tudo e com todos, saímos da festa e viemos para my little home. Eu, Sarah e Guguxo ainda bebemos o resto do licor 43 que tinha em casa junto com Absolut de cassis. Tentem isso em casa!!

* Maria Lima também foi homenageada, no início deste ano, pelos colegas de O Globo por 20 anos de trabalho duro na mesma casa, sucursal de Brasília. 

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

De cego e louco todo mundo tem um pouco ...

Por Mariazinha Lima 

_Meu Deus do céu? O Cesar não era cego? Mas eu tirava a roupa durante a massagem!

  O desabafo mortificado de uma das jornalistas de O Globo ilustra bem como todos nós nos sentimos quando ficamos sabendo que Cesar, um "deficiente visual" que durante longos meses nos alisou nas tensas tardes de sextas-feiras de pescoção ,  em demoradas sessões de shiatzu, não só não era cego, como tinha sido recolhido á Papuda por um assassinato e outra tentativa frustrada com tiros certeiros há alguns anos em Brazlândia (DF)
  
Perdão leitores, este foi o único falso cego que a editora deste Blog conseguiu no Google Imagens

Depois do sumiço e da prisão, ficamos sabendo que de cego ele não tinha nada. O que só confirmou algumas suspeitas na redação. Toda sexta-feira, por volta das 15 horas, lá vinha o grandão com sua bengala batendo daqui e dali até ser conduzido pela recepcionista Estela à saleta onde as massagens aconteciam.

Na saleta reservada, depois que ele ligava seu sonzinho três em um com CDs de músicas relaxantes e preparava a cadeira especial de massagens, uma fila se formava. O  Gustavo Paul era sempre o primeiro. Mas nunca se convenceu muito sobre sua cegueira e as vezes fazia pegadinha lhe estendendo uma nota de R$2 reais para o pagamento estipulado em R$10. Imediatamente ele rejeitava a nota, dizendo:

_ É R$10 reais...

Com seus trinta e poucos anos, moreno, alto, nem feio nem bonito, com um indefectível óculos escuro a la Chico Xavier, César enganava bem no shiatzu. Especialmente na sexta-feira, quando nós chegávamos travados da semana que se findava mas ainda tinha um pescoção com dois jornais para fechar pela frente. Além do Globo, ele atendia também os funcionários de um  laboratório , um andar abaixo do jornal no Brasilia Shopping.

O "ceguinho" enganava bem no shiatzu. Mas se traía quando a cliente era gostosona, como Geralda Doca, que não passou da primeira sessão.

_ Ah não! So fiz massagem com o César uma vez. Ele fungava muito no meu cangote! _ comentou Gegê.

Há cerca de seis meses Cesar desapareceu sem avisar. Alguns , como Gustavo Paul, ficaram inconsoláveis, pois não abriam mão das massagens antes do pescoção. A chefe da administração tentou em vão localiazar o homem. Nada. Mas aí veio a noticia: ele fora preso quando fazia massagens nos funcionários do laboratório e estava trancafiado na Papuda.

 Na verdade tinha sido localizado depois de anos de procura da polícia por dois crimes praticados em Brazlandia. Um o tiro foi certeiro e o primeiro morreu na hora. O segundo foi alvejado mas escapou com vida . Depois se soube, crime passional.

Assumiu o lugar de Cesar,  nas sessões vespertinas de Shiatsu no Globo, Estelinha mãos de fada com suas bolinhas sonoras japonesas.